quarta-feira, 20 de março de 2013

Fonoaudiologia


Bom dia amigos do Blog !

Promessa cumprida!
Segue abaixo nossa primeira matéria com a Fonoaudióloga Léia.

Seja bem vinda "tia Léia" .

Caso queiram contatá-la segue e-mail:
leiagg@yahoo.com.br




Abraços
Marilce Giglio

 
Oi gente!!

Meu nome é Léia e sou Fonoaudióloga formada pela UFCSPA e Mestre em Ciências da Saúde pela mesma Universidade. Primeiramente digo que é um prazer fazer parte do desenvolvimento do Rodrigo. Em cada encontro tenho a oportunidade única de auxiliá-lo em seu desenvolvimento e de ensinar e aprender junto com ele!

Começo contando para vocês um pouco sobre a Fonoaudiologia, essa ciência extremamente ampla, que abrange os diversos níveis de desenvolvimento e todas as faixas etárias, nas áreas da saúde e da educação. Temos cinco especialidades dentro da Fonoaudiologia. A primeria, Audiologia, trata das alterações auditivas e dos cuidados com a audição. A segunda é a Linguagem, que atua na comunicação oral e escrita. A Motricidade, terceira especialidade, está relacionada com a reabilitação da respiração, sucção, mastigação, deglutição, expressão facial e articulação da fala. A Saúde Coletiva é a quarta e está voltada a construir estratégias de planejamento e gestão em saúde em políticas públicas. Por fim, temos a Voz como última especialidade, objetivando prevenir, avaliar e tratar as alterações vocais.

Especificamente na Síndrome de Down, a atuação da Fonoaudiologia centra-se no desenvolvimento cognitivo, comunicativo, linguístico, neuropsicomotor e social da criança, além de cooperar no processo de inclusão escolar. Sabemos que o ambiente oferece, ao longo do desenvolvimento, estímulos essenciais para que a criança possa desenvolver seu potencial, e cabe ao fonoaudiólogo, nesse sentido, organizar e ajudar a criança a se desenvolver em seu ambiente. De uma forma geral, a estimulação é o tópico mais importante no tratamento fonoaudiológico na Síndrome de Down, e quanto mais precocemente ocorrer, melhores resultados serão alcançados.

Como uma criança não é igual a outra, os avanços vão depender das suas características individuais, do ambiente em que está inserida e de diversos outros fatores que podem estar relacionados. Por isso, o trabalho fonoaudiológico deve ser específico para cada indivíduo. Por fim, o envolvimento dos familiares e as orientações dadas a eles nesse processo são essenciais, já que eles passam a maior parte do tempo com a criança e são os responsáveis por seus cuidados no dia-a-dia!

Um grande abraço,

Léia G. Gurgel

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