segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Fórum Técnico

Faders promove Fórum Técnico para a construção das Diretrizes do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência


Com o objetivo de promover o exercício pleno e equitativo dos diretos das pessoas com deficiência, a Faders Acessibilidade e Inclusão realizará no dia 21 deste mês, "Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência", o Fórum Técnico para elaboração das diretrizes do Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, identificando-o como Plano Estadual “Todos pela Acessibilidade e Inclusão”. A atividade ocorrerá das 09 horas às 17 horas, com intervalo ao meio dia, no Auditório Romildo Bolzan do Tribunal de Contas do Estado.

O presidente da Faders Acessibilidade e Inclusão, Roque Bakof, enfatiza que o Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência é o instrumento que estabelece ações articuladas entre os órgãos da administração pública estadual de forma intersetorial e transversal na perspectiva dos direitos humanos. “Por meio da integração e articulação de políticas, programas e ações, o plano procura fortalecer a política estadual da pessoa com deficiência, ao tempo em que busca assegurar a transversalidade da atuação do Governo Estadual no atendimento à demanda da sociedade de garantia de seus direitos fundamentais”, explica Bakof.

O Fórum Técnico trabalhará na construção das diretrizes nos eixos do acesso à educação, à saúde, inclusão e desenvolvimento social, acessibilidade, cultura, turismo, esporte e lazer, trabalho e empreendedorismo, ciência e tecnologia, sustentabilidade, desenvolvimento e mobilidade urbano-rural, prevenção à violência e conscientização da sociedade, participação política e relações interinstitucionais.

Fórum Técnico de Construção das Diretrizes do Plano Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência

Dia: 21/09/2016
Horário: 9 às 17 horas
Local: Auditório Romildo Bolzan - TCE/RS (Rua Sete de Setembro, 388 - Centro Histórico - Porto Alegre/RS) 
Inscrições online na pagina da Faders

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Dia Nacional de Conscientização sobre Esclerose Múltipla

Uma doença que não tem sintomas muito bem definidos e ainda gera mais perguntas do que respostas, a esclerose múltipla acomete mais de 35 mil brasileiros e mais de 2 milhões de pessoas no mundo todo. Para diminuir as dúvidas, o preconceito e também disseminar informações sobre o problema, foi criado o Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, que é lembrado a cada 30 de agosto.

Definida como uma doença autoimune, a esclerose múltipla ocorre quando o sistema imunológico ataca o próprio sistema nervoso central, prejudicando a comunicação entre neurônios e acarretando na perda de agilidade dos movimentos e até de outras funções neurológicas como a visão.

— São gerados anticorpos contra proteínas da bainha de mielina, que é o revestimento da maioria dos neurônios cerebrais e da medula. Essa camada é um acessório fundamental para que os impulsos elétricos atinjam a velocidade necessária para que os indivíduos tenham movimentos e ações de forma ágil e efetiva — explica o chefe do serviço de Neurologia e Oftalmologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Alessandro Finkelsztejn.

Com isso, o paciente pode perder os movimentos, ter problemas de equilíbrio, fala e visão, quadro que é muitas vezes confundido com problemas como demência e até mesmo Alzheimer. Finkelsztejn afirma que, embora menor do que há 10 anos, ainda existe preconceito em relação à doença. Segundo ele, muitas vezes o quadro é motivo de eliminação em processos seletivos de emprego e até julgamentos equivocados dentre colegas de trabalho.

Outro desafio que envolve a doença é a dificuldade de bater o martelo na hora de dar o diagnóstico: os sintomas nem sempre são claros e podem ser comuns a outras patologias.
— O diagnóstico se dá por um conjunto de critérios chamados de Critério de McDonald. Ele é baseado tanto no quadro clínico, como em exames de ressonância magnética de crânio ou medula — que pode sinalizar lesões típicas da doença —, de sangue e liquor (fluido que age como "amortecedor" para o córtex cerebral e medula espinhal) que servem para excluir outras doenças similares como lúpus, neuromielite óptica e infecções por HIV, HPLV e deficiência de vitamina B12 — diz o neurologista.

Ainda que as suas causas não sejam claras — estudos sugerem que possa haver predisposição genética e até mesmo relação com clima temperado e deficiência de vitamina D—, o que se sabe é que o sexo feminino é mais suscetível à doença e a faixa etária economicamente ativa, entre 20 e 40 anos, é a mais afetada. No Rio Grande do Sul, entre os pacientes com a doença, 70% são mulheres.

— Os mecanismos da esclerose múltipla vêm sendo estudados e identificados no mundo todo, o que possibilita uma melhora na indicação do tratamento e consequentemente na vida das pessoas afetadas — afirma a professora de neurologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Soniza Alves-Leon.
Hoje, os medicamentos disponíveis servem tanto para um tratamento a longo prazo quanto para amenizar os surtos. Os imunomoduladores e imunosupressores modificam o sistema imunológico, reduzindo a formação dos anticorpos que atacam o organismo e também agindo contra a progressão da patologia.
— Cabe lembrar que cada caso é um caso. É importante consultar um médico e não assumir conceitos gerais da doença, pois é preciso receber um tratamento customizado — orienta Finkelsztejn.

Fonte: Zero Hora

1º Ciclo de palestras da AMAMDIR

E assim foi o 1° Ciclo de Palestras 
 da Associação de Mães e Amigos do Movimento Direitos Iguais do RS

Agradecimento especial aos palestrantes que contribuíram com assuntos no âmbito da pessoa com deficiência. 







quinta-feira, 25 de agosto de 2016

#fiqueligado - Dia 28/08/2016


27/08/2016 - 1º Ciclo de Palestras




A Associação de Mães e Amigos do Movimento Direitos Iguais do RS
tem o prazer de convidar você, sua família e amigos para o

1º Ciclo de Palestras
Tendo como objetivo discutir as questões da inclusão voltadas às pessoas com deficiência em ambientes como lazer, escola, trabalho e família.


O evento acontecerá no dia 27 de agosto de 2016, com inicio às 08h30min na Câmara de Vereadores de POA com a presença de:

Paulo Brum – Vereador da Câmara Municipal de Porto Alegre
Tema: “A importância do Legislativo nas conquistas de direitos das pessoas com deficiência”.

André Berthold  - Advogado Previdenciário
Tema: “Beneficio Previdenciário - Salário da pessoa com deficiência".

Lisa Cenzi - Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Porto Alegre (COMDEPA).
Tema: "Conhecendo um pouco mais do COMDEPA".

Rotechild Prestes – Presidente da ONG Caminhadores do RS
Tema: “A importância do lazer para as pessoas com Deficiência”.


Público-alvo

Professores, alunos, familiares, profissionais da área de inclusão.
* Vagas limitadas

Taxa de Inscrição: Pacote de fralda geriátrica (tamanho M)
Inscrições - Para a inscrição ser realizada é necessário o envio dos seguintes dados para o e-mail amamdir@terra.com.br: Nome, instituição, CPF, Telefone e e-mail.


PROGRAMAÇÃO:

08h30min – Credenciamento.

09h - Abertura oficial com apresentação institucional da AMAMDIR e apresentação dos palestrantes.

09h10min – Palestra com Vereador Paulo Brum
Tema: “A importância do Legislativo nas conquistas de direitos das pessoas com deficiência”.

10h – Palestra com o Advogado André Berthold
Tema: Beneficio Previdenciário - Salário da pessoa com deficiência".

10h30min - Intervalo

11h – Palestra com Lisa Cenzi - Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Porto Alegre (COMDEPA).
Tema: "Conhecendo um pouco mais do COMDEPA".

11h30min - Rotechild Prestes – Presidente da ONG Caminhadores do RS
Tema: “A importância do lazer para as pessoas com Deficiência”

12h – Encerramento














APOIO:

Câmara de Vereadores de Porto Alegre


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Equoterapia


Matheus Rocha também estará no Pan-Americano de 2016 no Uruguai.

'Vitorioso', diz brasileiro com down medalhista em mundial de taekwondo. Atleta de Caxias do Sul conquistou medalhas de prata e de bronze.

Dez anos de prática nos tatames de Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, garantiram a segurança que o atleta Matheus Rocha precisava para ir além das quatro paredes do centro de treinamento. Após vencer o Campeonato Nacional de Taekwondo, em 2015, o jovem tornou-se o primeiro brasileiro com Síndrome de Down a competir no Mundial.
Voltou dos Estados Unidos com duas medalhas na mala – uma de prata e outra de bronze – e com a vontade de se tornar um competidor ainda melhor. "Era meu sonho. Agora estou muito feliz, muito vitorioso", vibra Matheus.
Dez anos de prática nos tatames de Caxias do Sul, na Serra do Rio Grande do Sul, garantiram a segurança que o atleta Matheus Rocha precisava para ir além das quatro paredes do centro de treinamento. Após vencer o Campeonato Nacional de Taekwondo, em 2015, o jovem tornou-se o primeiro brasileiro com Síndrome de Down a competir no Mundial.
Voltou dos Estados Unidos com duas medalhas na mala – uma de prata e outra de bronze – e com a vontade de se tornar um competidor ainda melhor. "Era meu sonho. Agora estou muito feliz, muito vitorioso", vibra Matheus.
 
As conquistas do gaúcho também são comemoradas pela família, que sempre o incentivou a praticar o esporte pelos inúmeros benefícios que oferece.

"Como ele quer ser respeitado, e o respeito é uma das coisas trabalhadas pelo taekwondo, ele consegue hoje também entender que, para ser respeitado, ele também tem que respeitar", observa a mãe Tânia Rocha.

A percepção de Tânia é a mesma do professor de Matheus, que notou as mudanças no comportamento do aluno com o passar do tempo. "No início, ele se frustrava muito com as coisas que ele não conseguia aprender e hoje eu consigo perceber que ele consegue ter uma concentração maior para continuar treinando e aprender", analisa Tadeu Drago.

Desafio pela frente
O atleta comemora a vitória e já mira o próximo desafio. No mês de setembro, Matheus vai estar no Pan-Americano 2016, que ocorre no Uruguai e vale vaga para o próximo mundial. "Eu prefiro continuar treinando e competindo para ficar ainda melhor", almeja.

Para isso, ele está passando por uma preparação física direcionada à competição e contando com a torcida da família. "O que nós sempre falamos para o Matheus é que ele vai para fazer o melhor que ele pode fazer. Se as medalhas vierem, ótimo. Se as medalhas não vierem, ele foi e fez o melhor que ele poderia fazer e para nós isso é o bastante", finaliza a mãe, com orgulho.

 

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Sim...eles podem ser empreendedores também !

 
Jovem com Down é o empreendedor mais novo de sua cidade

A pequena cidade de Sanger, no Texas, tem cerca de sete mil habitantes. Em maio deste ano, muitos deles se deslocaram para celebrar um novo negócio: o Blake’s Snow Shack, que comercializa raspadinhas.
Porém, procurar um refresco perfeito para os dias quentes não é o único motivo da visita em massa. O líder do empreendimento, Blake Pyron, tornou-se oempreendedor mais jovem da cidade, com 20 anos de idade. Além disso, também é o único dono de negócio com Síndrome de Down em toda a cidade.
 
História
Quando Blake nasceu, sua mãe ouviu algo que muitas mães de filhos com Síndrome de Down costumam ouvir: que ele não poderia fazer coisas que as outras crianças faziam, como andar e falar.
“Quando você recebe uma criança com necessidades especiais, a sociedade fala para não esperar muito dela”, conta Mary Ann Pyron à rede televisiva ABC e ao programa The Texas Bucket List. “Nós decidimos ir além, dizendo para nós mesmos que tudo ficaria bem e que Blake ficaria bem. Que nós iríamos nos assegurar disso.”
Blake levava uma vida comum: cursava o colegial e trabalhava em um restaurante de churrasco. Sua inspiração empreendedora surgiu pouco após se graduar no ensino médio - um mês depois de pegar seu diploma, o local onde trabalhava fechou.
“Ele sentia muita falta dos clientes que atendia e queria um trabalho”, continua a mãe de Blake. “Em nossa pequena cidade, os trabalhos são limitados – especialmente para pessoas com necessidades especiais.”
Então, a família Pyron começou a pensar nas coisas que mais interessavam ao jovem e chegou a uma ideia de negócio: raspadinhas. “Blake ama raspadinhas, então ele simplesmente apostou nisso”, diz Mary Ann.

Empreendedorismo e superação
Em maio deste ano, a ideia finalmente saiu do papel: o Blake’s Snow Shack, como é conhecido o truck de raspadinhas, foi inaugurado. Além de dono, a principal função de Blake no negócio é cuidar do atendimento ao cliente – seu ponto forte, segundo a mãe. Mesmo que conte com ajuda ao fazer as raspadinhas, o jovem é quem as entrega para os clientes, sempre com um sorriso.
 
Assim que Blake decidiu que queria abrir um truck de raspadinhas, a cidade de Sanger se mobilizou. Seu irmão criou opções de sabores divertidas, como “ataque dos tubarões” (azul) e “Hulk” (verde). Um amigo da família, de 15 anos de idade, foi contratado para ser um dos funcionários de Blake. Em maio, a cidade como um todo foi celebrar a abertura do Blake’s Snow Shack (veja as fotos no álbum do negócio).
Para a mãe de Blake, o filho conseguiu tudo isso justamente porque os conselhos recebidos assim que ele nasceu foram ignorados. “Você não nos conhece, e não conhece nosso filho. Então, não coloque uma etiqueta nele. Nós não colocamos, e ele se saiu muito bem.”
Mary Ann também espera que sua história inspire as mães de outras crianças com necessidades especiais a nunca colocar limites no que seus filhos podem fazer. “Eu quero pessoalmente desafiar essas mães a acreditarem nas suas crianças - não ligue para o que a sociedade lhe diz.”
 

quarta-feira, 6 de julho de 2016

AMAMDIR – Associação de Mães e Amigos do Movimento Direitos Iguais do RS






Para que servem as Associações de 
Pessoas com Deficiência ??

A principal arma usada por pais e familiares de pessoas com deficiência, é o conhecimento. Por isso, este público buscando, informação e conscientização, se reúnem em associações que, além de ajudar quem recebe diagnóstico, lutam por mais inclusão destas pessoas na sociedade. É nas associações que encontra espaço de acolhimento e luta por inclusão.

 
 Em fevereiro de 2015 um grupo de mães reúne-se para fundar a AMAMDIR – Associação de Mães e Amigos do Movimento Direitos Iguais do RS 

Presidido por Simone Goulart, mãe de uma linda menina com Síndrome de Down e com apoio de mães de crianças com as mais diversas deficiências, iniciou-se ali uma luta por melhorias nos direitos destas crianças no âmbito da educação, saúde, lazer e benefícios.

Nesta caminhada foram unindo ao grupo, voluntários como, assistentes sociais, fisioterapeutas, fonoaudiólogas, pessoas vinculadas ao esporte e a equoterapia, escotismo, dentre outros. 

A AMAMDIR atualmente tem uma programação que abrange lazer, palestras e bate-papos com as famílias, onde convidam especialistas que apresentam novidades sobre a inclusão de pessoas com deficiência nas mais diversas áreas. Nos encontros, pais que já participam do grupo acolhem estas famílias que receberam o diagnóstico há pouco tempo.

Graças ao empenho das famílias e dos amigos envolvidos na luta pela inclusão é que hoje já comemoramos um ano de conquistas!! 

Apesar dos avanços, ainda há uma luta muito grande para que a sociedade esteja apta a atender essas pessoas.
 Mas é para isso que existimos....para fazer valer estes direitos !