sexta-feira, 29 de julho de 2011

Síndrome de Kawasaki



Síndrome de Kawasaki


A síndrome de Kawasaki ficou mundialmente conhecida no ano de 2009, quando o filho do ator John Travolta caiu no banheiro, feriu a cabeça e acabou morrendo. Em entrevista, o ator afirmou que seu filho sofria da síndrome de Kawasaki, mas não foi a causa da morte.
Essa síndrome é um tipo de vasculite sistêmica aguda, ou seja, inflamação repentina das paredes das artérias do corpo da criança. É rara e acomete mais as crianças menores de cinco anos (80% dos casos), asiáticas (90 casos por 100 mil habitantes contra 10 casos por 100 mil entre não-asiáticos) e do sexo masculino (a incidência é duas vezes maior). Não há uma causa conhecida, mas acredita-se que seja por fatores infecciosos e alguma predisposição genética.
O diagnóstico pode ser difícil no começo, mas muito importante.


Há três fases de sintomas.

A primeira começa com febre alta (em torno de 40°C) por mais de cinco dias, podendo chegar a duas semanas, vermelhidão do tronco e da região genital, os dois olhos vermelhos e inchados, mas sem secreção, lábios rachados e língua inchada e vermelha como um morango. Dor de garganta e aparecimento de ínguas ou gânglios inflamados, principalmente na região do pescoço, podem ocorrer nessa primeira fase da doença.
A segunda fase é marcada por descamação dos pés e das mãos, dores nas juntas, diarréia, dor abdominal e vômitos e pode durar até duas semanas.

Já na terceira, os sintomas regridem lentamente até a recuperação quando há o tratamento.
A maior complicação que pode acontecer na Síndrome de Kawasaki é quando há o comprometimento do coração, como aneurismas nas artérias coronárias, inflamação do músculo (miocardite) ou da membrana que recobre o coração (pericardite). Aneurismas são perigosos por facilitarem a estase de sangue e a obstrução da artéria, causando o infarto (morte de tecido do músculo cardíaco por falta de oxigênio).
Em média, apenas duas em cada 100 crianças com a doença de Kawasaki desenvolvem aneurismas e problemas cardíacos.
Nem todas as crianças apresentarão todos os sintomas citados. Muitas podem ter manifestação incompleta da doença. Não existem testes laboratoriais específicos para o diagnóstico, que é clínico levando em conta os sinais e sintomas da doença. Exames de urina, sangue e coração podem complementar o exame clínico.
O tratamento consiste em diminuir a inflamação e prevenir maiores complicações. É indicado o uso de ácido acetilsalicílico para a redução da inflamação. Esse ácido também funciona na administração na veia de uma substância chamada gamaglobulina, que é um derivado do sangue que reduz a dilatação dos vasos do coração, fazendo regredir aneurismas de pequeno e médio diâmetros. Depois, ainda é preciso investigar se houve complicações cardíacas.
Quando a síndrome se resolver, exames periódicos devem ser realizados para acompanhamento da criança. É importante a realização de exames de sangue, como o hemograma e a velocidade de hemossedimentação (VHS), até que voltem ao normal.
Caso a criança permaneça com aneurismas, deve-se fazer um controle com exames cardiológicos de tempos em tempos, na indicação do seu médico. O médico também pode afastar a crianças de determinadas atividades físicas para evitar que se machuque e sua vida corra risco em virtude dos remédios que toma, evitando riscos de formação de coágulos no sangue.


Lembre-se, mamãe, de que o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento são fundamentais para evitar as complicações da doença.



quarta-feira, 27 de julho de 2011

Equoterapia



O centro de Equoterapia Cavalo Amigo tem inscrições abertas para seleção de crianças com necessidades especiais para atendimento gratuito em Equoterapia no ano de 2012.


É preciso inscrever a criança através do site www.cavaloamigo.com.br ou pelo telefone (51) 3343.4793, em horário comercial.



Contato:

Silvia Scheffer - Psicóloga
Fones: (51) 3343.4793 / 9113.8111

CURSO A DISTÂNCIA APAE







"Os jovens deficientes intelectuais,

também ficarão idosos um dia.. pense neles!"

Inscrições LIMITADAS até 10/08



Em caso de dúvidas, nos contate pelo telefone 61 3224 - 9922,

ou pelo e-mail secretariauniapae@apaebrasil.org.br

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terça-feira, 26 de julho de 2011



Ações podem incluir pessoas com deficiência na Copa, Olimpíadas e Paraolimpíadas

O presidente Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, foi recebido nesta quarta-feira (20) na Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) pelo secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira. Durante a visita, Andrew e o secretário discutiram ações conjuntas que visam a expansão das atividades esportivas para pessoas com deficiência no País.
O secretário lembrou que o estreitamento das relações entre o Comitê e a Secretária de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência é bastante oportuno, uma vez que o governo prepara um amplo programa nacional voltado para a construção de políticas públicas para a pessoa com deficiência.
“O Comitê Paraolímpico Brasileiro é estratégico, pois o esporte é uma das políticas que mais incluem as pessoas com deficiência, permitindo a viabilidade ao segmento das mais diversas barreiras”, afirma Ferreira.
O programa, que está sendo articulado por 10 ministérios, tem como um dos eixos temáticos a participação das pessoas com deficiência na construção da infraestrutura das grandes obras estruturantes para o País, especialmente dos investimentos previstos para a Copa de 2014 e nas Olimpíadas e Paraolimpíadas 2016.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

MENSAGEM DA SEMANA



"Preste atenção em seus pensamentos porque eles se tornarão palavras. Preste atenção em suas palavras porque elas se tornarão atitudes. Preste atenção em suas atitudes porque elas se tornarão hábitos. Preste atenção a seus hábitos porque eles se tornarão seu caráter e preste atenção em seu caráter porque ele se tornará o seu destino!"

quarta-feira, 20 de julho de 2011

cão-guia



"Restaurante barra jovem com cão-guia"
por Antonio Carlos Prado e Laura Daudén


Existe no Brasil, e lá já se vão seis anos, uma lei federal que assegura aos portadores de deficiência visual o direito de andaram em lugares públicos e ingressaram em locais privados com seus cães-guia. No Rio de ­Janeiro, os responsáveis pelo restaurante Espelunca Chic, em Copacabana, desconhecem tal legislação e barraram a entrada no estabelecimento da estudante Camila Araújo Alves porque ela precisava se fazer acompanhar por seu cão – Camila é cega.


Até o policial militar que foi chamado pela estudante também não tinha conhecimento da lei e ameaçou prendê-la por desacato à autoridade. Ela processará o restaurante.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Projeto Todos pelos Direitos




Apae-SP mapeará violência contra crianças e adolescentes com deficiência intelectual em municípios paulistas

São Paulo – A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo (Apae-SP) colocou em prática o projeto Todos pelos Direitos: Deficiência Intelectual, Cidadania e Combate à Violência, que prevê o mapeamento da violência contra crianças e adolescentes com deficiência intelectual em 46 municípios do estado. A partir dos dados, serão implementadas ações de capacitação com multiplicadores dessas cidades e articuladas medidas de sensibilização e intervenção conforme a realidade de cada município.

De acordo com os números da Apae-SP, obtidos na Sociedade Internacional de Prevenção ao Abuso e Negligência na Infância (Sinapi), 11,35% da população têm algum tipo de deficiência e 12% sofrem ações violentas por ano.

Segundo a Apae-SP, a pesquisa será feita por cinco articuladores do projeto que visitarão os 46 municípios alvo e aplicarão um questionário a 24 agentes de cada cidade. Entre esses agentes estão integrantes da Apae local, conselheiros tutelares e representantes de órgãos das áreas de segurança pública, da saúde, educação, assistência social e Justiça. As informações serão reunidas e tabuladas para serem apresentadas no fim do ano em um encontro aberto ao público. O projeto é patrocinado pela Petrobras.

De acordo com a coordenadora da área de Garantia dos Direitos e Deveres da Pessoa com Deficiência Intelectual da Apae, Marilena Ardore, o projeto nasceu em função de um trabalho já desenvolvido na entidade sobre violência e deficiência intelectual. “Há dois anos iniciamos no nosso programa jurídico um trabalho de atendimento a famílias que passavam por situações de violência com a pessoa com deficiência intelectual”.

A coordenadora destacou que, no caso da pessoa com algum tipo de deficiência intelectual, é mais difícil que ela perceba que está sendo vítima de violência, apesar de sofrer e ter noção do sofrimento. “Essas pessoas têm mais dificuldade de expor seu sentimentos, contar o que aconteceu. Elas têm receios, mas muitas vezes não sabem explicar o que estão sentindo e o que está acontecendo com elas”.

Segundo Marilena Ardore, no momento a Apae está conhecendo cada uma das entidades de cada município e, em agosto, começa o trabalho de capacitação dos profissionais envolvidos. Em dois anos, segundo a coordenadora, eles já esterão capacitados e envolvidos no projeto. “O segundo momento seria dar uma consultoria e expandir tendo cidades referência que possam continuar esse trabalho e até mostrar, por meio de uma pesquisa, como está a violência contra o deficiente intelectual nesses 46 municípios”.


Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-07-12/apae-sp-mapeara-violencia-contra-criancas-e-adolescentes-com-deficiencia-intelectual-em-municipios-pa

quinta-feira, 14 de julho de 2011

NOVO AMIGUINHO



“Conhecer para não discriminar”

Conheçam o Blog do Bruninho...vale a pena !
http://maedobruno.wordpress.com

EDUCAÇÃO INCLUSIVA



Quem ganha com a inclusão de crianças com deficiência?
Estudos e experiências realizados no Brasil e no mundo demonstram que a Educação Inclusiva é benéfica para todos os envolvidos.

Os alunos com deficiência aprendem:
• melhor e mais rapidamente, pois encontram modelos positivos nos colegas;
• que podem contar com a ajuda e também podem ajudar os colegas;
• a lidar com suas dificuldades e a conviver com as demais crianças.

Os alunos sem deficiência aprendem:
a lidar com as diferenças individuais;
• a respeitar os limites do outro;
• a partilhar processos de aprendizagem.

Todos os alunos, independentemente da presença ou não de deficiência, aprendem:
a compreender e aceitar os outros;
• a reconhecer as necessidades e competências dos colegas;
• a respeitar todas as pessoas;
• a construir uma sociedade mais solidária;
• a desenvolver atitudes de apoio mútuo;
• a criar e desenvolver laços de amizade;
• a preparar uma comunidade que apoia todos os seus membros;
• a diminuir a ansiedade diante das dificuldades.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Férias com crianças deficientes


Lazer é direito constitucional

O turismo é uma das melhores formas de diversão também para a criança com deficiência, embora ela não possa contar com um serviço especializado no Brasil. "O país ainda está engatinhando nesse setor. O que temos são alguns profissionais com boa vontade, que tentam buscar os melhores locais para o cliente especial. É preciso que tenham quartos adaptados, portas largas, locais com rampas, calçamentos lisos, elevadores e outros serviços", diz Roberto Belleza, consultor na área de viagens e turismo adaptado, que é tetraplégico há sete anos. "As melhores condições de acesso, transporte e atendimento estão nos Estados Unidos e nas principais capitais européias, mas os resorts nordestinos já caminham nessa direção, com construções mais acessíveis", diz o consultor.
Se a família pode pagar, Belleza lembra que os cruzeiros marítimos, feitos por modernos transatlânticos, são ótima opção para os portadores de deficiência motora e sensorial. "Esses navios oferecem todas as condições. Os pais só precisam elencar as dificuldades do dia-a-dia com a criança para checar as facilidades que podem encontrar na viagem. E não devem pagar mais por esse serviço. Lazer é direito de todos", alerta Belleza.

Roteiro simples
Quando as finanças da família não permitem ir longe, pequenos passeios podem alegrar a criança do mesmo jeito. Tábata, 7 anos, não enxerga, mas anda a cavalo em chácaras, nada na piscina de clubes e visita animais no zoológico. "Com 1 ano e meio, quando ela começou a andar, é que me dei conta do lazer. Não sabia onde poderia levá-la. Descobrimos aos poucos", conta a mãe, Neide Rodrigues. Nestas férias, a família pretende percorrer de carro o litoral carioca. O próximo projeto é deixar Tábata ir a um acampamento. "A convivência com pessoas desconhecidas será um estímulo para sua independência. Ela poderá se sentir querida pelos outros", acredita Neide.

Turismo adaptado
Além dos Estados Unidos, o país mais preparado em turismo para crianças especiais, Holanda, Inglaterra, França, Alemanha, Suíça e Austrália destacam-se nas facilidades, segundo avaliação de Janaki Nayar, representante da Society for Acessible Travel & Hospitality (SATH), uma organização não-governamental com sede em Nova York, que trabalha para promover a melhoria das condições de acesso e atendimento para pessoas com deficiência e idosos no turismo mundial. Segundo ela, na América do Sul, os parques nacionais da Patagônia, no Chile, e Machu Pichu, no Peru, são bastante acessíveis. "Nesse lugares, há pessoas treinadas para receber os portadores de deficiência. Buscamos agora patrocínio para avaliar o Brasil", diz. A SATH publica a revista trimestral Open World (Mundo Aberto em inglês), que dá dicas de roteiros adaptados. "A publicação não mostra a beleza dos lugares, e sim a experiência da pessoa com deficiência, que orienta como chegar a tal destino", explica Janaki.

Colônia de férias - acampamentos, passeios ao boliche, cinema e teatro, são programas que algumas iniciativas isoladas oferecem à criança com deficiência, como a Colônia de Férias Tempo Feliz, da Apae, no Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Ela está aberta a qualquer criança. Detalhe: nessa programação os pais estão de fora. "Gostei muito de ir para colônia de férias. Fiz muitos amigos e me senti independente", conta Francine Machado, 12 anos, deficiente física. Outro programão é sair com o Nossa Turma Lazer Programado, em São Paulo. Entre os passeios, estão idas a shows, museus, hotéis-fazenda, parques aquáticos e temáticos, como Beto Carrero e Hopi Hari. "Nosso foco é o portador de deficiência mental. Usamos lazer e cultura como forma de entretenimento, para que ele forme a sua turma", diz Carlos Eduardo Hernández, coordenador geral do projeto.

Onde ir:
Nossa Turma Lazer Programado - (11) 5548-0786
www.nossaturma.com

Casarão San Domingo (colônia de férias) - Guararema – SP - (11) 3284-0511 http://casarao.sandomingo.com.br

Colônia de Férias Especiais Tempo Feliz — Apae do Balneário Camboriú - SC - (47) 367-0636
www.tempofeliz.bc.univali.br

APABB (em 14 estados, com sede em São Paulo — lazer, acampamentos e colônia de férias
(11) 3105-4214/3439 - www.apabb.com.br

Projeto Carona — lazer e cultura - (11) 3814-4162 - www.projetocarona.com.br

Beto Carrero World, em Santa Catarina - www.betocarrero.com.br
(11) 3081-9544 (SP)
(47) 261-2354 (SC)

Betinho Carrero, em São Paulo, www.betinhocarrero.com.br - (11) 5506-7415

Hopi Hari - www.hopihari.com.br - (11) 3058-2207 (SP)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

NOVIDADE



TV aberta passa a exibir conteúdo para cegos


Deficientes visuais ou intelectuais poderão acompanhar a programação de todos os canais da TV aberta brasileira. Entrou em vigor uma norma obrigando os canais a veicular um mínimo de duas horas de programação com audiodescrição.


A partir desta sexta-feira (1º), deficientes visuais ou intelectuais poderão acompanhar a programação de todos os canais da TV aberta brasileira. Entrou em vigor uma norma publicada pelo Ministério das Comunicações em 2006 estabelecendo que as empresas geradoras (as chamadas cabeças de rede) terão que veicular um mínimo de duas horas de programação com o recurso da audiodescrição.
A chamada audiodescrição permite que quem não enxerga possa acompanhar as cenas sem diálogos ou textos de qualquer programa. Feita por especialistas, a narração detalhando o que se passa na tela será disponibilizada em um canal de áudio secundário, por meio da função SAP.
O recurso, que é comum em outros países e que já vem sendo utilizado em espetáculos teatrais, cinemas, óperas, exposições e em eventos esportivos, garantirá a uma parcela significativa da população brasileira a compreensão integral de um programa de TV. O início das transmissões, contudo, ainda não irá beneficiar toda a população brasileira já que o sinal digital ainda não está disponível em todas as cidades do país.
Além da audiodescrição, os programas transmitidos em outros idiomas, como filmes estrangeiros, terão que ser integralmente adaptados, com a dublagem das conversas ou da voz do narrador. As legendas ocultas que já são usadas para permitir que deficientes auditivos acompanhem os programas continuarão sendo obrigatórias.
A atual norma prevê que, até 2020, as geradoras e retransmissoras tenham de exibir 20 horas semanais de programas adaptados. A ministra da Secretaria dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, no entanto, já sinalizou que o governo federal pode reduzir o prazo para que a meta seja atingida em menos tempo. “Isso é muito possível, porque confio na capacidade do Brasil de responder bem às causas da inclusão".

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Destinos e Ações para o Rio Grande



A Assembleia Legislativa, em parceria com a Câmara dos Deputados, no âmbito do programa Destinos e Ações para o Rio Grande, promove o Seminário “Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência em Reabilitação/Habilitação” , dia 06/07 à partir das 9h30,

no Teatro Dante Barone.

IMPORTANTE !!





Educação Inclusiva

No dia 07 de julho em Brasilia estará sendo entregue as assinaturas do manifesto à presidente Dilma e aos Ministros da Educação e dos Direitos Humanos.
Estamos fazendo uma supermobilização em busca de assinaturas para o nosso manifesto em prol da Educação Inclusiva.

Veja tudo AQUI