terça-feira, 31 de maio de 2011

Bullying e a criança com deficiência



O bullying se tornou um dos grandes temas de debate na sociedade. São vítimas de bullying todos aqueles considerados “diferentes” da maioria, principalmente quando crianças, inclusive quem tem deficiência.
Palavras ofensivas, isolamento, ou até mesmo agressões físicas são os principais artifícios para quem quer provocar o bullying. Mas, como identificar se alguém está sofrendo estas “agressões”? A revista “Nova Escola”, especializada em Educação, orienta, em artigos e reportagens, que os professores identifiquem os sintomas de quando notar alguma mudança de comportamento do aluno, principalmente quando ele possui deficiência. Pois, segundo a revista, a criança com deficiência não tem habilidades físicas ou emocionais para se defender dos ataques.
Em pesquisa sobre o tema, realizada com 18 mil estudantes, professores, funcionários e pais, em 501 escolas em todo o Brasil, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) constatou que 96,5% dos entrevistados admitem o preconceito contra pessoas com deficiência, principalmente pela falta de informação em relação ao assunto.

Dicas
A revista dá dicas de como professores devem agir em casos de bullying com estudantes com algum tipo de deficiência.

- Conversar abertamente sobre a deficiência do aluno com todos na presença dele;
- Adaptar a rotina para facilitar a aprendizagem sempre que necessário;
- Chamar os pais e a comunidade para falar de bullying e inclusão;
- Exibir filmes e adotar livros em que personagens com deficiência vivenciam contextos positivos;
- Focar as habilidades e capacidades de aprendizagem do estudante para integrá-lo à turma;
- Elaborar com a escola um projeto de ação e prevenção contra o bullying.

Falta orientação aos professores

O pedagogo Giovani Machado, especialista em educação inclusiva, adverte que os professores não estão preparados para lidar com bullying em sala de aula. “Faculdade não prepara os futuros professores para trabalhem esses assuntos atuais. A sala de aula não é mais homogênea, como dizem. Temos que aprender no dia-a-dia mesmo”, afirma o professor.

Fonte: http://www.guiainclusivo.com.br/2011/05/bullying-e-a-crianca-com-deficincia/

segunda-feira, 30 de maio de 2011

problemas de fala






Os riscos do atraso no diagnóstico de problemas de fala


A fala é uma característica que difere os seres humanos. Qualquer problema relacionado a ela pode dificultar a comunicação e, com o tempo, abalar o emocional da criança e adulto. Portanto, o encaminhamento para o fonoaudiólogo deve ser o mais precoce possível. Mas um grande erro tem ocorrido e trazido prejuízo ao desenvolvimento do pequeno.


A maior parte dos pediatras não encaminha a criança com alteração no desenvolvimento de linguagem no período adequado. Essa é a conclusão do estudo da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo – USP – e publicada na Revista CEFAC (Atualização Científica em Fonoaudiologia e Educação).Sabe quais riscos quando os pais demoram a levar os filhos para um diagnóstico preciso? Vejamos: Metade das crianças com um atraso na fala aos 24-30 meses pode apresentar atraso severo entre 3 e 4 anos. Além disso, um distúrbio de aprendizagem pode ser verificado posteriormente no ingresso na escola.Um atraso no desenvolvimento da fala pode causar mais tarde uma dificuldade no convívio com outras crianças na escolinha, sendo alvo de constrangimentos, já que é percebida pela sua dificuldade. Isso pode gerar apelidos que podem permanecer por muito tempo, gerando prejuízos emocionais até a idade adulta.


A comunicação, isto é, a fala, permite uma maior liberdade, onde a criança planeja e oriente suas ações, expressa seus sentimentos, diminuindo assim sua impulsividade e agressividade. Os casos mais sérios de alteração de fala principalmente com dificuldade de interação ou patologia mais grave são detectados e encaminhados mais precocemente. Já os distúrbios mais simples e comuns, como um atraso do desenvolvimento da fala ou distúrbio fonológico (omissão ou trocas de fonemas), têm sido encaminhados com 3 anos ou mais, tornando a terapia mais demorada. Os erros - Os médicos têm a preocupação com a idade em que a criança começa a falar, mas, normalmente, só encaminham quando os pais ou a escola fazem queixa sobre o desenvolvimento da comunicação dos pequenos. E a criança, coitada, sofrerá para lidar com um obstáculo que poderia ter sido detectado com antecedência ou por profissional específico para o assunto. Um dos motivos para que ocorra atraso na descoberta do problema é a formação dos profissionais médicos, que relataram ao estudo da USP não ter nada específico que abordasse o tema linguagem infantil. Recado para mamãe e papai: saibam diferenciar os profissionais. Um fonoaudiólogo é o mais indicado a conferir o problema de fala.


"Mesmo entre os pediatras mais experientes, é comum que a consulta tenha como objetivo a doença e não a preocupação com questões básicas do desenvolvimento da criança, como a fala, que podem ser tão prejudiciais quanto qualquer outro problema de saúde", relata Luciana Paula Maximino, uma das autoras do trabalho e professora do Departamento de Fonoaudiologia.


IMPORTANTE
Muitas crianças com Síndrome de Down apresentam trocas na fala, como: b por p, d por t, v por f, g por c. Como esses sons são parecidos, desde cedo é necessário um trabalho de discriminação auditiva. Os pais devem mostrar para a criança que esses sons são diferentes, falando-os em oposição em sílabas e início de palavras.
Por exemplo: pato x bato, tia x dia, faca x vaca. É importante criança discriminar e falar esses sons (b, d, g, v), pois mais tarde essas trocas na fala também aparecerão na escrita, dificultando a alfabetização.
É necessário lembrar que crianças com Síndrome de Down na mesma idade podem estar em níveis diferentes na aquisição da fala. A orientação do fonoaudiólogo é fundamental na escolha dos sons que deverão ser estimulados primeiro. Com esse auxílio os pais não perderão tempo solicitando da criança sons muito difíceis, que ainda não podem ser emitidos por ela. Além disso, os pais também podem ser orientados quanto às variações aceitáveis, de acordo com o desenvolvimento da criança.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Minutos de Sabedoria


"Aproveite ao máximo os momentos de alegria, para

agradecer tudo o que tem recebido da
bondade Divina. Seja grato ao Criador e Pai que lhe dá tantos ensejos de felicidade, e procure espalhar a maior alegria, o mais sadio

otimismo com todos os que o cercam.
A alegria é a saúde da alma, e o otimismo é a alegria

de amanhã, bem aproveitada no dia
de hoje. Espalhe alegria em torno de si."



PCDs debatem mercado de trabalho

Não é a responsabilidade social, mas a obrigação de cumprir a lei de cotas que ainda motiva as empresas a contratarem pessoas com deficiência (PCDs). A afirmação é da especialista em Gestão Social Melissa Bahia, representante da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia (BA), que participou ontem do projeto Diálogos da Inclusão, promovido pelo Ministério Público Estadual. "É muito comum as empresas quererem contratar PCDs para preencher as cotas estabelecidas na lei. A responsabilidade social vem em segundo lugar", diz Melissa, deficiente visual desde os 15 anos.

Os desafios da empregabilidade das pessoas com deficiência foram a tônica central do debate, que reuniu diversas entidades ligadas ao setor. Melissa defendeu a ideia de que a inserção do PCD no mercado de trabalho e a qualificação desses profissionais devem ser incentivadas na mesma proporção. "É preciso incentivar o protagonismo dessas pessoas. Que elas busquem ter uma postura profissional, qualificação técnica e vontade de trabalhar. Mas, acima de tudo, que saibam dizer ao mundo do trabalho o que elas sabem fazer", afirmou Melissa.

Um dos painelistas, o conselheiro da Faders Waldin Lima, falou que os desafios da inserção do PCD no mercado de trabalho passam por "educação, formação e colocação no mercado de trabalho, mas antes de tudo, passa por um outro tema: é desafio nosso fazer com que tudo isso chegue à comunidade total", disse Lima, que é cego.


A auditora da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do RS, Ana Costa, completou o trio de painelistas.


O evento foi mediado pelo diretor-presidente da Faders, Cláudio Silva, e ocorreu no Palácio do MP, na Capital.

Fonte: Correio do Povo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

abertas novas vagas para a qualificação profissional de pessoas com deficiência



Começa a segunda etapa dos cursos de qualificação do Planteq em 15 cidades


Na Capital, as pessoas com deficiência podem fazer suas inscrições na agência Montaury.


Nesta terça-feira (17), serão abertas novas vagas para a qualificação profissional de 261 pessoas com deficiência em cinco cidades gaúchas e 150 vagas para artesãos de outros cinco municípios. Os cursos fazem parte da qualificação gratuita dirigida a públicos específicos e integram o Plano de Qualificação Territorial (Planteq), desenvolvido pela Secretaria do Trabalho e do Desenvolvimento Social (STDS), por meio da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS).

Para os artesãos, serão oferecidos cursos de artesanato com fibras naturais, escamas de peixe e conchas nos municípios de Capão da Canoa, Imbé e Rio Grande. A qualificação para a confecção de artefatos em couro e em papel machê será em Novo Hamburgo. Os municípios de Caxias do Sul e Santana do Livramento terão cursos de técnicas de tecelagem, tricô, crochê e bordado, sendo que em Caxias do Sul também haverá capacitação para produzir peças artesanais com materiais recicláveis. Em Rio Grande e Frederico Westphalen, vão ocorrer cursos de pintura em madeira, tecido e tela.

As vagas para pessoas com deficiência são destinadas aos municípios de Pelotas (informática, operador de telemarketing, almoxarife), São Leopoldo (informática, alimentador de linhas de produção), Estrela (auxiliar de cozinheiro, costura industrial, padeiro e confeiteiro), e Porto Alegre (informática, jardineiro, operador de telemarketing, porteiro e vigia, recepcionista, telefonista, almoxarife, técnicas de vendas). Também haverá cursos para 64 jovens que cumprem medidas socioeducativas em unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase), localizadas em Santa Maria, Santo Ângelo, Passo Fundo, Caxias do Sul, Uruguaiana, Pelotas, Novo Hamburgo e Porto Alegre.

Os recursos são do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Governo do Estado. As entidades vencedoras da licitação para ministrar os cursos são as seguintes: Associação de Desenvolvimento Social e Meio Ambiente do Brasil (Aldeia/Brasil), Associação de Jovens Idealizadores do Brasil (Ajibras), Instituto Cia Ideal (ICI), Instituto Educacional de Qualificação Profissional (IEQP) e Instituto Foco.

No interior, as inscrições acontecem nas agências FGTAS/Sine dos municípios citados. Para os cursos previstos para Porto Alegre, destinados a pessoas com deficiência, as inscrições serão realizadas somente na agência FGTAS/Sine Centro (Rua José Montaury, 31).



É necessário ter 16 anos ou mais e apresentar documento de identidade.

Curso de Capacitação para Cirurgiões-Dentistas e Pessoal Auxiliar no Atendimento Odontológico ao Paciente com Deficiência e Necessidades Especiais



Objetivo Principal
Capacitar a equipe de saúde bucal para o atendimento odontológico adequado da pessoa com deficiência e necessidades especiais em nível ambulatorial.

Público Alvo
Cirurgiões-Dentistas e Pessoal Auxiliar (TSB, ASB) vinculados à rede pública de serviços de saúde.

Caráter Gratuito: O aluno deverá trazer seu EPI
Carga Horária: 184 horas (128 horas teóricas, 48 horas práticas por turma e 8 horas de seminário)

Períodos:
Inscrição: 31/05 a 08/06


Inscrições:
Secretaria Acadêmica da Escola de Saúde Pública - SES/RS
Avenida Ipiranga, 6311- Bairro Partenon CEP: 90610-001 Porto Alegre/RS.

Informações (51) 3901.1470 ou 3901.1472

terça-feira, 17 de maio de 2011

Utilidade Pública !



Cursos gratuitos para pessoas com deficiência e familiares


Associação Comunitária e amigos de Jaqueline Fagundes, disponibiliza vagas gratuítas de reforço escolar, e Curso de manicure e pedicure.



Contatos com Neusa

fones: (51) 3338.0953 cel. 9604.5265
Rua: Carumbé, nº 236 térreo

Bairro: Bom Jesus Porto Alegre/RS

sexta-feira, 13 de maio de 2011

“método Ponseti”



Tratamento para pé torto congênito

O pé torto congênito afeta entre 1 e 2 a cada 1000 bebês nascidos e ocorre mais freqüentemente em meninos do que meninas. Em cerca de 50% dos casos, ambos os pés serão afetados.


No entanto, usando o “método Ponseti”, um tratamento não-cirúrgico e não-invasivo, 95% dos casos resultará em pleno funcionamento dos pés, sem dor. Nem todos os hospitais do Brasil realizam o tratamento de Ponseti e gostaríamos de ver essa mudança.
Atualmente, não existem diretrizes oficiais que descrevam exatamente o Método Ponseti e nenhum órgão regulador para garantir que os profissionais sejam devidamente treinados para realizar o tratamento. Gostaríamos que todos os pais que têm uma criança com esta ocorrência soubessem sobre o método Ponseti e onde eles podem ter acesso a ele.

O livreto para pais chamado “Um guia para pais / Pé torto congênito”, inclui a lista de tópicos do Método Ponseti , descrita pelo Dr. José Morcuende (Ponseti International Association) para que os pais com filhos diagnosticados com pé torto possam verificar se o hospital está cumprindo as orientações ou não.
O método Ponseti envolve uma técnica de engessamento específica e uma rotina rígida, com botas e uma barra de suporte que só deve ser realizada por profissionais especialmente treinados. O mau uso da técnica, das botas e da barra pode ocasionar maus resultados.



Veja abaixo uma breve descrição do método Ponseti:


• As botas de gesso Ponseti cobrem toda a perna do pé até a região da virilha. Os dedos dos pés devem ficar claramente visíveis.

PREOCUPAÇÃO: Bota de gesso abaixo do joelho não deve ser utilizada


• A maioria dos bebês precisam de 5-6 modelos com cada bota de gesso usada por 5-7 dias. Para casos mais difíceis podem ser utilizadas mais botas de gesso.

PREOCUPAÇÃO: um bebê não deve usar cada gesso por mais do que uma semana (exceto para a última bota)


• Quando um dos gessos é removido, o novo gesso deve ser aplicado imediatamente. As botas e a barra devem ser colocadas no mesmo dia em que o gesso último for retirado.
PREOCUPAÇÃO: O gesso não deve ser retirado um dia antes do novo gesso ser aplicado. Após o gesso final sair, se houver um atraso antes da criança ser colocada na barra com botas e cinta, isso poderá resultar em recidiva precoce.


• Após a retirada de cada molde do pé, os pés devem parecer melhores
PREOCUPAÇÃO: Caso a melhora não seja visível, procure uma segunda opinião.


• A maioria das crianças precisa de uma cirurgia no calcanhar antes do último gesso. O último gesso colocado após a cirurgia será deixado por 2-3 semanas para ajudar a cicatrização.
PREOCUPAÇÃO: A cirurgia não deve ser recomendada muito cedo, devendo-se esperar até pouco antes do gesso final.


• Usar as botas e barra com cinta até a idade de 5/4 anos reduz a chance de uma recaída.
PREOCUPAÇÃO: Há um risco de 30% de recaída se as botas e as barras pararem de ser usadas antes dos três anos de idade



COMO VOCÊ PODE AJUDAR:
Divulgue informações sobre o
tratamento Ponseti.
A técnica de Ponseti foi desenvolvida pelo ortopedista espanhol Dr Ignacio Ponseti residente na cidade de Iowa, nos Estados Unidos. Há mais de 30 anos, ele estuda essa condição ortopédica.

terça-feira, 10 de maio de 2011

sexta-feira, 6 de maio de 2011

DANÇA



Bailarina cadeirante do Estado conquista 1° lugar em festival de dança
Jovem é exemplo de superação.


terça-feira, 3 de maio de 2011

A verdadeira Casa dos Autistas...




Por Ana Paula Pacheco:
"Quem convive com um autista, nunca mais será o mesmo que era antes. A lição de vida que eles nos trazem, é como se fosse uma mensagem direta de Deus para olhar, amar primeiro a alma, depois o resto".


Acesse AQUI e assista o vídeo no Blog Prática Pedagógica