terça-feira, 28 de outubro de 2014

Atenção Prefeitura ! Catamarã - Escadarias são obstáculo

Com mais de 2,3 milhões de passageiros transportados e cerca de 30 mil viagens realizadas, o transporte hidroviário entre Porto Alegre e Guaíba, feito em três catamarãs, completa nesta terça-feira três anos de operação. Tanto em Porto Alegre quanto em Guaíba, as hidroviárias possuem sala de espera com tevê, ambiente climatizado, banheiros e internet sem fio. Porém, na Capital, para se chegar ou deixar o local, é preciso passar por um túnel com duas escadarias de 19 degraus cada, que desemboca na entrada da Estação Mercado Público do trensurb. Vencer esse obstáculo é um grande desafio para cadeirantes e pessoas com carrinhos de bebê, principalmente. – Já tivemos reuniões com a prefeitura e com a trensurb, mas ainda não se chegou a uma solução – explica o diretor de operações da Catsul.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

ATENÇÃO Porto Alegre !!


O Banco DLL está com vaga para pessoas com deficiência em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A oportunidade é para trabalhar como Assistente de Atendimento. O horário de trabalho é de segunda à sexta-feira das 11h10min às 17h30min. O salário é de R$ 1796,00 + benefícios.

Interessados devem enviar currículo para ana@egalite.com.br, 
com o assunto "Vaga Banco DLL" 

Se liga aí São Paulo !

AmBev está contratando pessoas com deficiência para oportunidades de aprendiz na área administrativa em diversas cidades do Estado de São Paulo.
Interessados devem enviar currículo para ana@egalite.com.br ou camila@egalite.com.br

domingo, 26 de outubro de 2014

De olho nos dentes: veja quais são as questões dentárias associadas à síndrome de Down


A dentição varia muito mais em crianças com síndrome de Down do que nas outras crianças. Isso quer dizer que os dentes nem sempre nascem quando previsto, ou na ordem prevista. É muito importante levar a criança ao dentista o mais cedo possível, de preferência ainda no primeiro ano de vida.
O profissional deve orientar os pais sobre o acompanhamento precoce que precisa ser feito com o bebê: avaliação da cavidade bucal, prevenção das principais doenças bucais, orientações sobre a dieta, limpeza da boca, hábitos (chupeta, dedo), uso de flúor, entre outros. Além disso, é necessário monitorar o processo da erupção dentária, ou seja, do nascimento dos dentes. É bastante comum que o primeiro dente só apareça depois do primeiro, ou até do segundo aniversário. Quando nascem, os dentes podem parecer pequenos ou mais pontudos do que o normal. Mais tarde, é possível que alguns dentes de leite nasçam com atraso, ou nem nasçam. Até mesmo alguns dos dentes definitivos podem não nascer nunca.
Após a erupção dentária, a equipe multidisciplinar que acompanha a criança (dentista, fonoaudiólogo, fisioterapeutas e otorrinolaringologista) deve atuar em conjunto para evitar o aparecimento da má oclusão, ou seja, o desvio dos dentes de sua oclusão (mordida) normal. Para isso, é fundamental seguir orientações sobre a amamentação, o uso da mamadeira e de determinados tipos de alimentos, higiene bucal e respiração nasal.
O tratamento odontológico de um bebê ou criança com síndrome de Down é semelhante ao cuidado com os demais pacientes pediátricos. No entanto, deve-se ter atenção a possíveis problemas cardíacos, que ocorrem com maior frequência em pessoas com a trissomia. Nestas condições, é necessário administrar antibióticos antes de manipular a região para prevenir a endocardite bacteriana, inflamação nas válvulas cardíacas causada por infecções na boca.

Placa palatina
No caso de algumas crianças, pode ser indicado, em conjunto com o tratamento fonoaudiológico, utilizar uma placa palatina de memória, aparelho que estimula a língua e o lábio superior a posicionarem-se adequadamente. O tratamento com a placa deve ter início no primeiro ano de vida da criança, pois o desenvolvimento bucal e do sistema nervoso ocorre em grande parte durante este período.

Fonte: Movimento Down

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dicas de prevenção de acidentes com crianças e adolescentes

No site da ONG Criança Segura é possível encontrar uma lista de orientações de prevenção importantes que valem para toda e qualquer criança.
No caso de pessoas com síndrome de Down, além das medidas básicas de segurança, outros cuidados devem ser observados, devido a características como hipotonia muscular, falta de equilíbrio e dificuldades de percepção e cognição.

Risco de lesões em atividades com movimentos bruscos 

É essencial supervisão constante para as pessoas com síndrome de Down, especialmente em atividades, brincadeiras e esportes que envolvem movimentos bruscos.
Devido a características da síndrome como problemas cardiorrespiratórios, falta de equilíbrio, dificuldades de percepção, e dificuldades causadas pela hipotonia, hipermobilidade das articulações e frouxidão ligamentar, podem acontecer lesões. A flexibilidade das articulações pode resultar em risco de deslocamento e luxação.
Entre 15 e 30% das pessoas com síndrome de Down apresentam instabilidade no pescoço, conhecida como instabilidade atlanto-axial, que se caracteriza pela frouxidão entre a primeira e segunda vértebras cervicais. Isso faz com que a probabilidade de ocorrência de lesões na medula espinhal seja muito mais alta.
De acordo com as Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down, todas as crianças com a trissomia devem fazer uma radiografia da coluna cervical aos três e aos dez anos, para checar a existência de instabilidade atlanto-axial. Antes de matricular seu filho em esportes de contato, peça ao médico que avalie a dimensão dessa instabilidade.
No carro, recomenda-se que seja sempre usado um encosto para a cabeça. Da mesma forma, após um acidente de trânsito, é importante que se avise aos envolvidos no resgate que uma pessoa com síndrome de Down tem mais chances de sofrer lesão no pescoço do que outras pessoas.