sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Passe Livre Interestadual

Mais que um benefício criado pelo Governo Federal, o Passe Livre é uma conquista da sociedade. Um avanço que trouxe mais respeito e dignidade para a Pessoa com deficiência. Com o Passe Livre, você vai poder viajar por todo o país. Use e defenda o seu direito. O bom funcionamento do Passe Livre depende também da sua fiscalização. Denuncie, sempre que souber de alguma irregularidade. Faça valer a sua conquista. E boa viagem! Conheça Melhor o Passe Livre

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Problemas ortopédicos

Problemas ortopédicos em pessoas com síndrome de Down 

A maior parte dos problemas ortopédicos enfrentados por crianças com síndrome de Down se deve ao fato de os ligamentos serem mais “soltos” e flexíveis. Isso costuma causar problemas nas juntas, mas eles são raros em bebês. O problema ortopédico mais conhecido em crianças com síndrome de Down é a instabilidade atlanto-axial, que significa um movimento maior do que o usual entre a primeira e a segunda vértebra do pescoço. Estima-se que 15% das crianças com síndrome de Down apresentem essa condição. A instabilidade atlanto-axial, é uma preocupação por causa do risco presumido de danos na espinha dorsal, caso uma das vértebras pressione a mesma. 

Também há outros problemas ortopédicos que afetam as crianças mais velhas e adultos com síndrome de Down:

Escoliose – um desvio de coluna que, normalmente, é tratado com colete ortopédico. Uma cirurgia pode ser necessária se a curva for acentuada o bastante para prejudicar o funcionamento do pulmão ou do coração
Instabilidade da bacia – pode ser causada porque o osso da coxa fica muito “solto” na ligação com a pelvis. Pode ser necessário engessamento ou cirurgia para consertá-la.
Deslocamento da rótula do joelho ou patela – ocorre quando a rótula se move demais para um dos lados, provocando dor. Isso pode ser consertado com o uso de faixas especiais para manter a rótula no lugar, ou por remoção cirúrgica da patela.
Problemas nos pés incluem pés chatos, tornozelos virados para dentro ou para fora e joanete- O pé chato é muito comum entre pessoas com síndrome de Down por causa dos ligamentos mais soltos, e pode causar dor. Problemas nos pés e tornozelos podem ser tratados por ortopedistas.

Fonte: Movimento Down

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

PLAGIOCEFALIA

VOCÊ SABE O QUE É PLAGIOCEFALIA??

A plagiocefalia posicional é uma deformidade craniana consistindo em um achatamento de uma parte de trás da cabeça, geralmente do lado direito e mais comum nos meninos que nas meninas, que podem ser acompanhadas por um deslocamento do mesmo lado da cabeça para a frente.
A frente do mesmo lado pode ser avançada, o olho pode ser mais aberto e a orelha geralmente move-se para a frente quando comparada com o outro lado. Em casos graves, a assimetria dos eixos da cabeça é maior do que 20 milímetros.
A grande maioria dos bebês com plagiocefalia têm como causas um torcicolo muscular que o força dormir do lado contrário.
Se as causas, como um torcicolo persistente, não são tratadas adequadamente, podem causar assimetrias do rosto (basicamente uma obliquidade da linha média), durante os primeiros anos. Se a correção ortopédica da deformidade não é feita antes dos primeiros seis meses de vida, a deformidade pode persistir até a idade adulta.
Estudos científicos retrospectivos e prospectivos indicam que plagiocefalia causa problemas funcionais em 40% dos doentes, e problemas de fala em 25% dos afetados até aos 3 anos.

OLÁ AMIGOS DO BLOG CANTINHO DO RODRIGO...
TROUXE ESSE TEMA HOJE PARA AJUDAR A DIVULGAR O PEDIDO DE AJUDA
 PARA A PEQUENA ANTONIA.
CONHEÇAM A HISTÓRIA DELA AQUI !

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A importância da mastigação para o desenvolvimento infantil

Olá pessoal!

Ano Novo e postagens novas! 
Ela voltou...nossa super fono "Tia Léia"... com dicas importantes para vocês que acompanham o Blog Cantinho do Rodrigo.

Caso queiram tirar dúvidas, segue abaixo o contato dela.

Abraços e até a próxima postagem.
Marilce Giglio



A importância da mastigação para o desenvolvimento infantil



Hoje venho conversar com vocês sobre uma importante função relacionada com o desenvolvimento oral na primeira infância: a mastigação. Uma importante autora na área da Motricidade Oral, que abrange o estudo dessa função, Irene Marchesan, afirma que a mastigação é altamente estimulante para o crescimento facial e também a função mais relevante do sistema estomatognático, que corresponde à fase inicial da digestão. Aí reside então a importância de falarmos sobre a mastigação.
Na literatura disponível da área é bem estabelecido que a função de mastigação é importante para a manutenção de fatores nutricionais, desenvolvimento e crescimento muscular e ósseo, além do desenvolvimento da fala. A mastigação é uma função neuromuscular que deve ser exercitada, a fim de que sua coordenação com outras funções como a respiração e deglutição se dê de maneira adequada. A função de mastigação está completamente desenvolvida por volta dos quatro a cinco anos de idade, acompanhando o desenvolvimento da primeira dentição.
Nesse sentido, no tempo adequado após o período de amamentação exclusiva, deve-se iniciar a oferta gradativa de alimentos com novas texturas e consistências. Este ato fornece novos estímulos à criança, propiciando desenvolvimento adequado de suas funções orais. Vale lembrar também que é muito importante que sejam observados os instrumentos utilizados para a alimentação e que estes sejam adequados para a faixa etária da criança. Ainda, os engasgos e a tosse durante o período da alimentação também devem ter atenção especial. Quando se observa alguma dificuldade nas questões relacionadas acima, a procura por um profissional especializado, como um Fonoaudiólogo ou o Pediatra, é a conduta de eleição!

Fga. Léia G. Gurgel – CRFa9464- RS
leiagg@yahoo.com.br

domingo, 19 de janeiro de 2014

Natação e síndrome de Down




Campeonatos oficiais e competições amadoras têm mostrado que as pessoas com síndrome de Down podem obter muito sucesso na natação. A prática deste esporte desde a infância traz benefícios como o fortalecimento muscular e a coordenação motora. Com o apoio da família e de profissionais especializados, é possível obter uma melhor qualidade de vida e se profissionalizar.
As pessoas com síndrome de Down nascem com algumas características específicas, como a hipotonia (baixa tonicidade muscular). A natação é uma ótima atividade de recreação que desenvolve a coordenação, o trabalho muscular e possibilita amplitude de movimentação das articulações de todo o corpo. Além disso, nadar também fortalece a musculatura cardíaca e o sistema locomotor. A respiração exigida durante a prática do esporte auxilia também no combate às doenças do sistema respiratório, do coração e do sistema circulatório.
A natação é um dos esportes que com mais benefícios para a área do desenvolvimento corporal e pode ser praticada desde os primeiros meses de vida. ”Nessa primeira fase da vida, fazemos um trabalho de adaptação ao meio aquático. A criança aprende a boiar, mergulhar, pegar coisas no fundo da psicina. Depois, aos poucos vai aprendendo a técnica do esporte. As crianças com síndrome de Down já são capazes de nadar toda a piscina por torno dos oito anos”, esclarece Roberto Di Cunto, professor de educação física e técnico de natação para pessoas com síndrome de Down da Associação Paradesportiva JR de São Paulo.  Roberto salienta que as pessoas que nasceram com a síndrome precisam passar por avaliação médica para detectar se existe instabilidade atlanto-axial antes de iniciar o esporte.
A atividade também é indicada por causa do trabalho com a psicomotricidade. Como seres humanos, nos desenvolvemos no meio terrestre, por isso, nosso corpo sofre adaptações quando é exposto ao meio aquático. Estimular este processo de reorganização corporal é especialmente importante para a integração sensorial das pessoas que nasceram com a síndrome.
O cérebro humano recebe informação sensorial 24h por dia. Quando estas informações fluem de forma organizada e integrada, acontecem as percepções, os comportamentos e a aprendizagem. A integração sensorial é a organização desse fluxo de informações, o desenvolvimento da capacidade de sentir, compreender e organizar as sensações do corpo ou do ambiente.

Fonte: Movimento Down

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

AUTONOMIA



Qual o melhor caminho para uma pessoa com síndrome de Down conseguir a autonomia? A psicóloga da Fundação Catalã de síndrome de Down, na Espanha, dá dicas para que a independência seja costruída desde a infância. 

Confira no site http://bit.ly/1b0XOLN

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DENTIÇÃO


Você sabia que a dentição varia muito mais em crianças com síndrome de Down do que nas outras crianças? Isso quer dizer que os dentes nem sempre nascem quando previsto, ou na ordem prevista. Por isso é muito importante levar a criança ao dentista o mais cedo possível, de preferência ainda no primeiro ano de vida.


Saiba tudo sobre as questões dentárias associadas à síndrome de Down no portal: http://bit.ly/1aMdtkK