sexta-feira, 23 de março de 2012

CURIOSIDADE...



Você sabe qual a cor símbolo da SÍNDROME DE DOWN ?

Eu não sabia...descobri hoje e achei linda...

A borboleta com a fita AZUL e AMARELO

Atleta do ano !!



Olá !

A novidade da hora é o nosso novo atleta !
Sim...agora na agenda do rapazinho consta NATAÇÃO e CAPOEIRA !
Em breve estaremos postando fotos para os fãs "babarem".

Vai aí algumas dicas IMPORTANTES:
De acordo com o médico fisiatra José Henrique Dantas, a conformação física dessas pessoas apresenta características peculiares, que devem ser respeitadas em qualquer atividade física. Para o fisiatra, com a prática da CAPOEIRA os alunos conseguem corrigir algumas dessas anomalias, além de obter avanços na coordenação motora. Segundo Dantas, a capoeira reforça a musculatura, reduz as possibilidades de atrofismo, melhora o tônus muscular e contribui para a prevenção de enfermidades comuns, como a luxação atlanto-axial, patologia comum na síndrome.
Dantas ressalta que a atividade ajuda também no controle de peso dos alunos, uma vez que a maioria possui uma tendência a obesidade. “A capoeira contribui para uma melhor performance dos alunos que passam a ter mais equilíbrio e melhor postura”, acrescenta o médico.


Quanto as atividades na água, estas proporcionam aos indivíduos com deficiência, inúmeros benefícios como reeducação e estimulação de músculos paralisados, fortalecimento da musculatura que auxilia na postura, alívio das dores, trabalho de força sem preocupação com atrito, intervenção perceptivo- motora, independência na mobilidade.

OBS. : É inegável o papel da atividade física no desenvolvimento da criança com SD, mas é importante ressaltar que todos os movimentos devem ser adaptados e deve-se estar sempre atento na execução de cada um deles, pois as características específicas da SD causam algumas limitações. Assim, o profissional de Educação Física deve supervisionar todo o período de execução dos exercícios propostos para que não haja complicações futuras e que os benefícios advindos pela prática do exercício físico possam ser efetivamente percebidos.

quarta-feira, 21 de março de 2012

A invasão dos downianos




NESTE DIA 21/03 ...



MINHA HOMENAGEM A ESTES ANJOS DE LUZ QUE INVADIRAM A TERRA!

SENSACIONAL ESTE TEXTO DO FÁBIO ADIRON! SINTO MUITO AOS "TERRAQUEOS PRECONCEITUOSOS", MAS ISSO É SÓ O COMEÇO, POIS ELES VÃO INVADIR O PLANETA CADA VEZ MAIS !!!!

A invasão dos downianos
Por Fabio Adiron

Recentemente li um artigo que finalmente me trouxe todos os esclarecimentos que eu precisava a respeito da Síndrome de Down, assunto que me interessa desde o nascimento do meu filho há mais de 10 anos.
A revelação veio através de um desses muitos artigos bem intencionados mas, totalmente desinformado, o que comprova a tese que sempre ouvi da minha mãe que de boas intenções o inferno está cheio.
O artigo se referia às pessoas com síndrome de Down como os “downianos”.
É isso! Rapidamente constatei, eles não são seres humanos, mas extra-terrestres, vindos diretamente do Planeta Down, que deve ficar na galáxia de Cromossômica.
Os seres desse planeta, assim como se crê sobre os incas venusianos, são todos iguais. Seja de aparência, de comportamento ou capacidade. É verdade que, apesar de 97% deles terem material genético adicional no cromossomo 21, não significa que todo o resto da sua genética é idêntico. Quem vê de fora não percebe.
Duro é que muita gente que vê de dentro também não percebe isso.
Mas existem outras características comuns ao “downianos”, todos são sensíveis a um determinado tipo de minério, a hypotonita. Por outro lado são mais resistentes a determinados tipos de tumores o que tem levado os pesquisadores a querer entender melhor o tal do terceiro cromossomo.
Os downianos já frequentam a Terra há centenas de anos mas, nas últimas décadas começaram a ter algumas mudanças de comportamento significativas.
Uma delas é que passaram a resistir mais tempo ao ambiente hostil que os cercava e, atualmente, vivem mais.
A mudança mais significativa, no entanto, é que, de pouco tempo para cá, eles começaram a invadir disfarçadamente os espaços dos seres comuns e, com isso estão adquirindo características quase humanas.
Acreditava-se que nenhum deles conseguiria aprender a respeito da cultura dos terráqueos, especialmente da educação formal. Por incrível que pareça, todos aqueles que se infiltraram nas escolas comuns começaram a aprender. Alguns mais que os outros, mas os terráqueos também não são assim?
O ufólogos afirmavam que os downianos não tinham capacidade de abstração, que nunca aprenderiam álgebra e que, no máximo, poderiam ser treinados para tarefas repetitivas. Os downianos escolarizados estão derrubando todos esses mitos.
Esse comportamento está deixando os ufólogos em pânico. Percebem que podem perder os seus empregos e, especialmente, as verbas secretas que os governos lhes concede para manter os downianos segregados.
Se os órgãos oficiais não colocarem uma ordem nessa bagunça, daqui a algum tempo os downianos vão querer ter até os mesmos direitos que os humanos.




Fonte: Xiita da Inclusão

terça-feira, 20 de março de 2012

DICA DE LIVRO



A temática da inclusão escolar tem sido amplamente discutida por muitos autores que vêem os benefícios que este tipo de prática proporciona para o desenvolvimento e aprendizagem das crianças ao serem inseridas em um ambiente que há pouco tempo atrás nem se imaginaria possível. É tendo este cenário como pano de fundo que Maria Antonieta Voivodic, psicóloga, pedagoga e psicopedagoga, especialista em picomotricidade e psicodrama pedagógico, mestre pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e diretora do Encontro – Centro Integrado de Desenvolvimento Infantil, escreve seu livro “Inclusão Escolar de Crianças com Síndrome de Down”.

A autora dividiu sua obra em quatro capítulos principais: Inclusão, Síndrome de Down, Projeto “Educar Mais Um” e Método.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Universidade



Inclusão leva à Universidade. E além.


A cada novo vestibular vem aumentando o número de jovens com síndrome de Down que entram no ensino superior, o que muitos imaginavam impossível há poucos anos.


No Brasil, tenho notícia de 18 (lista abaixo).
Mais do que um rito de passagem, o sucesso acadêmico destes jovens, ao mesmo tempo que traz uma onda de otimismo e euforia para familiares e professores – e os próprios alunos com síndrome de Down – reforça duas certezas para nós mães e pais: nada é impossível e o único caminho que levará nossos filhos a atingirem toda a sua potencialidade é a inclusão.


Com a oportunidade de estudar, o indivídou vai descobrindo o mundo, conhecendo novas pessoas, encontrando seus talentos, desenvolvendo todo o seu potencial para direcioná-lo para um trabalho que o complete e satisfaça, alcançando assim uma vida produtiva e feliz.


Nossos filhos têm o mesmo direito que qualquer estudante a receber uma educação de qualidade na escola regular mais próxima às suas casas. A nós pais, cabe garantir que esse direito seja exercido, com o apoio do Ministério Público, se for necessário. O caminho nem sempre é fácil, mas, como nossos filhos, precisamos ser perseverantes e confiar em nossas convicções.


Abaixo, alguns dos jovens com síndrome de Down que entraram, estão cursando ou terminaram o nível superior.
Caso conheça outros, por favor, informe ao endereço: inclusive@inclusive.org.br


1 – Debora Seabra – Curso Normal – Natal, RN
2 -Humberto Suassuna – Educação Física – Recife, PE
3 – Joao Vitor Silverio – Educação Fisica – Curitiba, PR
4 – Erica Nublat – Pedagogia – Brasília, DF
5 – Ana Carolina Fruit – Pedagogia, com pós – Joinville. SC
6 – Henrique Bezerra – Historia - Maceió, AL
7 – Florença Sanfelice – Artes cênicas – Porto Alegre, RS
8 – Samuel Sestaro – Moda – Santos, SP
9 – Priscila Silveira – Gastronomia – Santos, SP
10 – Kalil Tavares – Geografia – Goiânia, GO (federal)
11 – Jessica Figueiredo – Fotografia e Moda – Brasília, DF
12 – Marina Marandini – Artes – Rio Grande, RS (federal)
13 – Bruno Knigel – Educação Física – São Paulo, SP
14 – Amanda Ferreira – Pedagogia – Recife, PE
15 – Amanda Amaral – Biologia – Vitória da Conquista, BA
16 – Bruno Ribeiro – Turismo – Recife, PE
18- Gabriel Nogueira – Teatro – Pelotas, RS (federal)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Conceitos equivocados



Apesar dos grandes avanços em relação ao estudo e compreensão da síndrome de Down, séculos de ignorância fomentaram uma série de conceitos equivocados sobre o assunto. Um deles é de que a criança Down não é capaz de realizar determinadas tarefas, como por exemplo, ir ao banheiro ou comer/alimentar-se sozinho, fazer exercícios em grupo ou brincar com os colegas da escola.
Lembre-se sempre: O diagnóstico de deficiência intelectual não determina o potencial da criança !!


Querem um exemplo? Olha o Rodrigão comendo sozinho aí na foto!!! Pois é...o rapazinho conquistou mais esta etapa!!

terça-feira, 6 de março de 2012

A VIDA SEM FRALDAS




Olá amigos do Blog !

Quanto tempo, né?
Trago novidades...chegou a hora do nosso Rodriguinho deixar de lado a velha e incansável fralda. Isso mesmo...ele iniciou a retirada das fraldas dia 25 de fevereiro em trabalho conjunto com a escola. Ele já está fazendo na escolinha tudinho no banheiro, porém em casa ainda não conseguiu usar adequadamente o vaso sanitário(com assento redutor) e nem o pinico, pois ainda está achando engraçado correr ao banheiro somente para "dar a descarga", mas está se encaminhando e isso é que importa. Basta apenas que se tenha um pouquinho(ão) de paciência com nosso baixinho.


Segue abaixo algumas dicas importantes para facilitar este processo, encaminhadas pela Psicóloga da escolinha, Nubiane Silveira:


1. a valorização que os pais dão para este momento faz a diferença para a criança. Dar tchau para o xixi e para o cocô é importante, pois esses excrementos são sentidos pela criança como partes do seu corpo.
2. Nunca bata no seu filho por ele ter feito xixi ou cocô nas calças. Não podemos esquecer que ele está aprendendo a viver sem as fraldas e que escapes acontecem.
3. Se usar o pinico, preferencialmente deixe no banheiro, pois assim a criança vai se ambientando com o lugar certo de fazer xixi e o cocô.
4. Quanto mais lúdico e divertido for essa transição melhor para a criança.
5. E lembre-se que cada criança tem o seu ritmo que deve ser respeitado e que você papai e mamãe, deve ajudar seu pimpolho a passar por mais esta mudança!!!

Abraços e até a próxima postagem !!
Marilce Giglio