terça-feira, 25 de novembro de 2014

Eyecan+ acompanha movimento dos olhos para transformá-lo em ações.



Samsung não venderá aparelho, mas fabricará alguns para doar. A Samsung apresentou nesta terça-feira (25) um aparelho que rastreia o movimento dos olhos para permitir que o olhar seja usado para controlar as ações de um computador, como mover o cursor e rolar páginas para baixo ou para baixo. O Eyecan+ é um aparelho, do tamanho de receptores de sinal de TV paga. Instalado debaixo de monitores, o dispositivo acompanha o movimento dos olhos do usuário, transforma essa atividade em ação que deve ser reproduzida no monitor e o transmite ao computador. O objetivo da Samsung é criar uma solução que dê autonomia para pessoas com algum tipo de deficiência motora que as impossibilite de se mover. A fabricante de eletroeletrônicos não vai vender o Eyecan+ comercialmente, mas vai fabricar algumas unidades para doar a organizações de caridade. Segundo a empresa, em breve, tanto o software quanto o aparelho terão suas configurações e arquitetura abertas. Assim, qualquer desenvolvedor poderá trabalhar com elas. Para funcionar, os usuários devem se sentar a uma distância entre 60 cm e 70 cm do monitor. Podem ficar sentados ou deitados. A adaptação é feita apenas na primeira vez em que o Eyecan+ é utilizado. A partir daí, o aparelho passa a identificar como o olhar do usuário costuma se comportar. A interface que capta os comandos aparece na tela do computador e possui 18 diferentes comandos comuns no mundo da informática, como “copiar”, “colar”, “selecionar tudo” e “aumentar”. É possível ainda adicionar outras opções como “imprimir” e “fechar programa”. Além do movimento dos olhos, o Eyecan+ também reconhece piscadas de olho como comandos. Esse é o segundo “mouse ocular” da Samsung. O primeiro foi lançado em 2012. De lá para cá, o aparelho teve a calibragem melhorada e sua interação com os usuários também foi melhorada. Fonte: G1

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

É amanhã !



Tem palestra do Autismo & Vida na programação da Feira do Livro de Porto Alegre.

Cantinho do Rodrigo na Feira do Livro


"Despertar consciências"...com esse objetivo, o Centro Cultural SESI, neste último sábado (08/11), promoveu a Mesa Redonda com o tema "Acessibilidade à Leitura e à Informação" na 60ª feira do Livro de POA. 

Nosso Blog (sim...eu disse NOSSO, pois você leitor é que faz ele acontecer e "aparecer") estava lá e com sua singela participação mostrou o quanto é importante compartilharmos informações para que nossa luta pela inclusão se torne cada vez mais forte.

Obrigada ao SESI e a Cristina Kenne pelo convite, onde me oportunizou conhecer pessoas esplendidas como o Adilson da SJDH, a Ana Paula da Fundação Dorina, a Andréa e a Jacira da APAE/POA e a mediadora Daisy que contribuíram com as mais diversas informações e que me receberam com carinho e respeito.

Como sempre falo...este Blog me trouxe além de conhecimento, as mais diversas e maravilhosas pessoas e suas histórias de vida ...são mães como a Ana Paula Pacheco (Caxias do Sul/RS), a Luana Rodrigues (RJ), a Luana Ladeira(BH), a Renata Peixoto (Guaíba/RS), a Cileia de Oliveira (SC) e mais um monte de gente do bem que me atingem pelo amor que têm pelos seus filhos... e assim sou continuamente inspirada por elas.

Deixo aqui este lindo texto para vocês:

A MAÇÃ E A PERA - Amadeu Pagnanelli
Narra à estória de Tomaz. O mesmo, após longo período juntando moedas, consegue finalmente realizar o sonho de comprar seu terreno e plantar suas sementes de maçãs como seus vizinhos. O tempo foi passando e com ele as estações, e em poucos anos Tomaz tinha em seu quintal uma linda pereira que logo produziu frutos de forma alongada e que teimavam em ficar entre a cor verde e amarela…Tomaz ficou preocupado, pois estes frutos eram diferentes das que davam nas árvores de seus vizinhos…o mesmo ficou muito triste e pensava porque isso tinha de acontecer justo com ele.
Foi então que um homem que passava elogiou suas belas pêras, fazendo com que Tomaz percebesse as coisas incríveis que poderia produzir com elas.
Assim ele entendeu que uma pêra é uma pêra, não uma maçã, as duas são frutas e cada uma tem sua própria maneira de dar o melhor de si. Ele entendeu que se passasse toda a vida remoendo o fato de não ter colhido maçãs, nunca estaria livre para apreciar os sabores das pêras
As pessoas costumam me perguntar sobre como esta sendo a experiência de ter um filho com Síndrome de Down. Eu diria assim: Ter um filho Down é como plantar sementes de maçãs, porém acabar colhendo pêras…ou seja, ou você aprecia este novo sabor diferente e delicioso ou vai ficar a vida se lamentando por não ter nascido a sua maçã (que a sociedade entende ser o único sabor delicioso).
Grande abraço a todos e até a próxima !
Marilce Giglio