quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Oportunidade

A AMBEV, empresa brasileira do ramo de bebidas, está contratando pessoas com deficiência em Sapucaia do Sul e Gravatai / RS. A oportunidade é para um curso de aprendiz nas áreas de Recursos Humanos, financeiro e logística. Interessados devem enviar currículo para rafaela@egalite.com.br

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Olha o que encontrei em meus arquivos !!

Em 2010 escrevi para o Blog Nave Mãe (Zero Hora) da jornalista Tanise Dvoskin, onde ela conta as emoções da maternidade. Que saudade do meu bebezinho ! CLIQUE EM Blog Nave Mãe (Zero Hora)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Adoção de Criança com Deficiência

Apenas 2.502 dos 33.207 pretendentes à adoção no país não fazem restrição a crianças com algum tipo de deficiência ou doença, o que representa 7,5% do total. É o que mostram dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Existem hoje 5.699 crianças disponíveis no Cadastro Nacional de Adoção. Do total, 1.256 (ou 22%) têm algum tipo de doença ou deficiência. Para tentar aproximar os dois grupos, há um ano foi sancionada pelo governo uma lei, a 12.955/14, que prioriza os processos de adoção de crianças deficientes ou doentes crônicas. Para Antonio Carlos Berlini, presidente da Comissão Especial de Direito à Adoção da OAB-SP, no entanto, nada mudou. “Embora a lei obrigue uma tramitação rápida, são raríssimos os pretendentes que se dispõem a adotar uma criança com essas características. O percentual já é baixo, e não quer dizer que na hora que estes sejam chamados a adoção se concretize. Às vezes, os pretendentes conhecem a criança e não se sentem prontos.” Em 2014, apenas 26 crianças com alguma doença ou deficiência acabaram adotadas – o número não tem sido muito diferente desde a implementação do cadastro, em 2008. Em 2013, foram seis; em 2012, 24. “Não é preconceito. Falta informação e falta formação aos pretendentes à adoção. Embora o artigo 50 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) diga que é necessária a capacitação, por vezes ela é dada superficialmente pelas varas de Infância e Juventude. Isso porque elas não têm estrutura nem pessoal capacitado para levar essa mensagem da prioridade que essas crianças têm sobre todas as outras. Falta alargar o horizonte do pretendente à adoção, mostrando que há crianças mais necessitadas”, afirma Berlini. Para o presidente da comissão especial da OAB-SP, é preciso fazer uma “busca ativa”. “Não dá para esperar que com o preenchimento de um formulário em um balcão seja possível encontrar famílias para estas crianças que mais precisam. É preciso refinar mais a busca dentro do próprio cadastro.” A presidente da Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (Angaad), Suzana Schettini, concorda. “Um dos papéis dos grupos de adoção é justamente esse: procurar famílias para essas crianças, ajudar nessa busca. Mas isso não significa que seja algo fácil ou que a gente encontre.” Suzana diz que a adoção de uma criança com necessidades especiais envolve diversos fatores. “Não é só uma questão de querer, mas, sim, de poder, no sentido psicológico e financeiro. Infelizmente, as condições de saúde pública no país são muito precárias e, dependendo da dificuldade da criança, são necessárias terapias, consultas médicas diversas. É também um percurso bastante diferente, que exige pais disponíveis e com muita afetividade.” Barreiras Apesar do número de pretendentes ser maior que o de crianças disponíveis, inclusive os que aceitam algum tipo de deficiência ou doença, há outros pré-requisitos impostos pelos pais que dificultam o processo. Do total de pretendentes, só 20% aceitam adotar mais de uma criança. Quase 38% das crianças, por sua vez, aguardam no cadastro junto de um irmão. Cerca de 70% só querem crianças de até 3 anos de idade, mas apenas 4% delas possuem essa faixa etária. Fonte: G1

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Papa Francisco participou de videoconferência com adolescentes de 5 países.

O Papa Francisco conversou nesta quinta-feira (5) em uma videoconferência pela Internet com cinco jovens estudantes com deficiências e de diferentes continentes. A iniciativa, chamada Scholas, procura promover a cultura do encontro e a 'mudança pela educação', segundo a agência Efe. Na conversa com adolescentes de 12 e 13 anos com problemas motores, de comunicação ou com síndrome de Down, o Papa Francisco disse que os jovens precisam sempre se comunicar e não guardar para dentro de si seus problemas. "Quando não nos comunicamos, ficamos sozinhos. Mas quando vocês dão o melhor que têm dentro de vocês, é muito importante." Um dos adolescentes era o brasileiro Pedro, que tem uma má formação no braço direito. Ele falou ao papa que, assim como Francisco, é fã de futebol. "Gosto de jogar no gol. É a posição que mais me diverte", disse Pedro. "E o que você sente quando toma um gol?", perguntou o Papa. "Me sinto feliz por estar com meus amigos praticando um esporte." O pontífice então disse ao brasileiro que ele está "dando uma lição". "Não importa ganhar, mas jogar e estar com os amigos", destacou o Papa. Tesouro de cada um Também participaram crianças da Argentina, Espanha, Estados Unidos e Índia. Francisco disse ainda que "cada um de vocês têm uma caixa com um tesouro dentro. O trabalho de cada um é abrir a caixa e tirar este tesouro, fazê-lo crescer, dar e receber com os demais". "Não esconda o tesouro que têm dentro de cada um." A iniciativa, chamada Scholas, procura promover a cultura do encontro e a 'mudança pela educação', explicou em entrevista à Agência Efe por telefone, de Buenos Aires, o diretor global das Scholas, José María del Corral, argentino que trabalha com o papa desde o tempo em que Jorge Mario Bergoglio era arcebispo de Buenos Aires. O projeto Scholas nasceu de experiências concretas vividas na Argentina com escolas públicas e particulares. A primeira delas, 'Escola de Vizinhos', permitia a alunos do ensino médio de diferentes níveis sociais discutir problemas e encontrar soluções. Mudanças O diretor global das Scholas, José María del Corral, argentino, trabalha com o papa desde o tempo em que Jorge Mario Bergoglio era arcebispo de Buenos Aires. Corral deu como um exemplo o abuso sofrido por meninas menores de idade em remis (carros de aluguel) sem identificação na Argentina, vítimas dos motoristas contratados para levá-las e buscá-las em festas. Segundo o diretor do projeto, o problema foi identificado nas reuniões, o que levou às autoridades a abrir uma investigação e a aprovar uma lei que obriga os remis a ter identificação. Esse exemplo, em uma escala diferente, é algo que o projeto procura amplificar para que a integração permita mudanças de forma mundial. Hoje, quase seis meses depois do primeiro encontro virtual de Francisco com jovens participantes das Scholas, o papa volta a se conectar para compartilhar experiências, nesta oportunidade com cinco estudantes com deficiências intelectuais ou físicas de países como o Brasil, Estados Unidos, Espanha e Índia. O Scholas, que lançou em setembro do ano passado o 'scholas.social', uma plataforma colaborativa, vtem como objetivo funcionar como uma ferramenta para que as escolas e instituições educacionais associadas 'analisem juntas os problemas e busquem soluções concretas'. De acordo com o diretor, o processo os transformará de cidadãos passivos em ativos. A plataforma social já conta com 400 mil escolas dos cinco continentes, com uma média de 500 alunos em cada uma. Ele esclarece que não apenas instituições educativas fazem parte da rede. A Fifa e associações regionais de futebol, como a Conmebol, além de federações de outros esportes como o polo, também se envolveram. Entre as instituições representadas também estão o brasileiro Instituto Mara Gabrilli (IMG) e as espanholas Fundación Gil Gayarre, para crianças com síndrome de Down, e o Centro de Recursos Educativos Once, para pessoas cegas. Segundo Corral, o desafio é criar pontes que integrem todas as religiões e aproveitar o potencial de Francisco 'como alguém que pode integrar' a todos. "Com a tecnologia, é possível superar muros e construir pontes", afirmou ele ao se referir ao caso dos jovens selecionados para a conversa, como autismo, ausência de um dos membros ou cegueira. Fonte: Do G1, em São Paulo