quinta-feira, 5 de setembro de 2013

VOLTAMOS !!!

Olá amigos,

Depois de muito tempo longe voltamos...pois é...aconteceram muitas coisas nestes últimos tempos.
Vamos lá então contar de uma forma resumida tudo que houve:

O nosso querido Rodrigão esteve internado 20 dias aproximadamente!
É...ele teve CELULITE ORBITÁRIA (segue abaixo o que é)...claro que na véspera da minha Formatura (fotos)!!! Mas deu tudo certo e ele tá firme e forte novamente... e a formatura?? foi um momento maravilhoso!!

Informo também que estaremos postando em seguida matérias que estavam atrasadas, como a da nossa querida Fono Léia! Uma matéria ainda sobre AUTISMO, pois é importante que todos entendam e respeitem o que se passa com estas crianças...enfim, vamos nos falando novamente por aqui.

* Quem tiver algum assunto importante ou matéria que queira socializar entre em contato comigo pelo
e-mail: marilcegiglio@hotmail.com

Abração !!!
Marilce Giglio
(agora ...ASSISTENTE SOCIAL !!)


Atenção papais e mamães: Muitas vezes achamos que foi algum inseto que picou e deixamos passar...é uma infecção muito séria, principalmente nos olhos, região muito próxima do cérebro (que poderá evoluir para uma meningite).

A celulite orbitária é uma infecção dos tecidos que rodeiam o globo ocular.
A infecção pode propagar-se a partir dos seios perinasais, dos dentes ou da corrente sanguínea ou então desenvolver-se depois de uma cirurgia do olho. Os sintomas da celulite orbitária são olhos salientes, menor movimento ocular e inflamação e escurecimento do globo ocular. Se não for tratada de forma adequada, a celulite orbitária pode provocar cegueira, infecção do cérebro e da espinal medula e coágulos de sangue no cérebro.
Diagnóstico e tratamento
Os médicos em geral podem reconhecer a celulite orbitária sem recorrer a testes de diagnóstico. No entanto, para determinar a causa pode ser necessária uma avaliação mais exaustiva, que inclua uma revisão aos dentes e à boca, bem como radiografias ou uma tomografia axial computadorizada (TAC) para analisar os seios. Com frequência, os médicos obtêm amostras do revestimento do olho e da pele, do sangue, da garganta ou dos seios e enviam-nas para o laboratório para a respectiva cultura. Estas análises ajudam a determinar que tipo de bactéria está a provocar a infecção e que tratamento deverá ser utilizado.
Os antibióticos orais são administrados nos casos ligeiros; os antibióticos intravenosos são aplicados em casos graves. O antibiótico que for usado no início pode ser mudado se os resultados da cultura indicarem que outro resultará mais eficazmente. Por vezes, recorre-se à cirurgia para drenar um foco de infecção (abcesso) ou um seio infectado.

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